1. Ataque de Roubo de Cookies
Os hackers utilizam um método chamado "pass-the-cookie", que explora cookies de sessão do navegador. Esses cookies permitem que os usuários permaneçam conectados a uma conta sem precisar reinserir a senha e o segundo fator a cada login. Ao roubar esses cookies, os hackers podem se passar pela vítima e acessar sua conta sem necessidade de credenciais.
3. Personificação e Exploração do Canal
Uma vez comprometido o canal, os hackers modificam seu nome, foto de perfil e às vezes deletam todo o conteúdo. Em seguida, transmitem streams fraudulentas (frequentemente usando a imagem de Elon Musk para promover ofertas falsas de criptomoedas).
Exemplo típico: os hackers pedem aos espectadores para transferir suas criptomoedas para um determinado endereço, prometendo dobrar os fundos recebidos. Essas streams são frequentemente bloqueadas rapidamente pelo YouTube, mas o proprietário do canal deve então provar que não foi responsável por essa fraude.